Crimes de Alta Tecnologia, perícia informática e investigação cibernética
Perícia informática, técnicas de investigação digital, análise de evidências e métodos científicos aplicados à apuração de cibercrimes contra infraestruturas e dados críticos.
Grupo de Pesquisa certificado no DGP/CNPq, sediado na Academia Nacional de Polícia do Departamento de Polícia Federal. Investigação orientada por evidências sobre prova digital, inteligência artificial e cooperação internacional.
Pesquisa aplicada sobre crimes cibernéticos, prova digital, cooperação internacional, inteligência de ameaças e política criminal. Navegue pelas abas abaixo para consultar o grupo, projetos ativos e concluídos, rede de parceiros, editais, livraria e pesquisadores.
O Grupo de Pesquisa Criminalidade Organizada Cibernética desenvolve estudos técnico-científicos e aplicados sobre a atuação estatal na prevenção, investigação e repressão qualificada de cibercrimes que afetam bens, serviços e interesses públicos relevantes.
O foco recai sobre fenômenos criminais emergentes da sociedade em rede, incluindo uso abusivo de tecnologias digitais, plataformas, criptoativos, inteligência artificial, mercados ilícitos on-line, prova digital, cooperação interinstitucional e cooperação internacional multilateral.
Com sede na Academia Nacional de Polícia, o GPCoC integra a expertise de delegados e peritos criminais federais a redes universitárias nacionais e estrangeiras, fortalecendo a dogmática processual penal e a integridade probatória.
Perícia informática, técnicas de investigação digital, análise de evidências e métodos científicos aplicados à apuração de cibercrimes contra infraestruturas e dados críticos.
Estruturas criminais transnacionais, ecossistemas ilícitos digitais, criptoativos, plataformas na dark web e cadeias de valor do crime cibernético financeiro.
Investigação em fontes abertas, atribuição técnica, análise preditiva de ameaças, inteligência cibernética e emprego de modelos de linguagem (LLMs) na segurança.
Prevenção, investigação e repressão qualificada de crimes contra crianças e adolescentes praticados ou facilitados por tecnologias digitais e redes criptografadas.
Legalidade, preservação, obtenção, validade, cadeia de custódia (Art. 158-A CPP e ISO/IEC 27037) e uso processual da prova digital em cooperação transfronteiriça.
Articulação dogmática entre política criminal, inteligência artificial, soberania de dados, garantias constitucionais e cooperação com universidades estrangeiras.
Marcos com registro verificável: datas de ingresso e certificação do espelho DGP/CNPq, obras fundacionais e produções do acervo. O selo de cada marco indica a fonte ou o nível de comprovação.
Pesquisadores doutores, mestres e peritos criminais com atuação na persecução penal qualificada, ciências policiais e direito informático.
Investigador Integrado Não Doutorado no Centro de Investigação em Justiça e Governação (JusGov) da Escola de Direito da Universidade do Minho. Pesquisador em direito penal informático, investigação criminal cibernética, prova digital, ciências policiais e cooperação internacional. Professor da Academia Nacional de Polícia (desde 2007), da ENASEG – Escola Nacional de Segurança Pública/Faculdade Brasília e da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP, 2026). Foi Editor-Chefe (2018-2020) e Editor-Geral (2020-2023) da Revista Brasileira de Ciências Policiais.
Professor da Academia Nacional de Polícia em crimes cibernéticos, investigação, prevenção ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil on-line, inteligência cibernética e ponto focal da cooperação 24/7 da Convenção de Budapeste.
Diretor do Centro de Investigação Ratio Legis (UAL). Processo Penal e Cooperação Europeia.
Lattes →Ex-Diretor do King's Brazil Institute (KCL) e Diretor LACC/FIU. Justiça e Segurança.
Lattes/KCL →Perícia computacional forense, conflitos cibernéticos, terrorismo e ameaças QBRN.
Lattes →Cooperação jurídica internacional, recuperação de ativos no exterior e lavagem de capitais.
Lattes →Tratados internacionais multilaterais em cibercrime e relações internacionais na segurança.
Lattes →Computação visual, IA e soluções algorítmicas contra abuso sexual infantojuvenil.
Lattes →Análise automatizada de malware com IA generativa e protocolos MCP, urna eletrônica e Interpol.
Lattes →Arquitetura da informação, analytics, inteligência analítica e ciência de dados aplicada.
Lattes →Investigação em fontes abertas (OSINT), inteligência de ameaças e datasets sintéticos com LLMs.
Lattes →Portfólio de projetos científicos e operacionais do GPCoC, contemplando iniciativas apoiadas por editais de fomento, parcerias internacionais e projetos institucionais permanentes.
Desenvolvimento de modelos neurais generativos e Large Language Models (LLMs) especializados na desmontagem, classificação semântica e resposta automatizada a códigos maliciosos.
Pesquisa científica destinada à adaptação metodológica e avaliação inicial de viabilidade do programa institucional Guardiões da Infância, da Polícia Federal, para implementação por líderes comunitários na prevenção e combate ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil on-line.
Sistematização de requisitos de validade processual, extração de dados em nuvem, ISO/IEC 27037 e conformidade com o Art. 158-A do CPP na persecução criminal cibernética.
Projeto pioneiro de desenvolvimento tecnológico concebido para indexação, correlação analítica e triagem automatizada de acervos massivos de material de abuso infantil (CSAM) na internet.
Modelo inovador de cooperação federada entre a Polícia Federal e a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) para consolidação de trilhas de auditoria e interceptação ágil de fraudes financeiras em internet banking e Pix.
Análise dos canais de cooperação 24/7 e compatibilidade da legislação processual penal brasileira com os instrumentos de auxílio mútuo e preservação expedita de dados do tratado europeu.
Rede colaborativa de cooperação técnico-científica, reunindo órgãos de segurança pública, universidades federais e prestigiadas instituições internacionais de ensino e pesquisa.
Departamento de Saúde Mental da Johns Hopkins (Baltimore, EUA). Cooperação internacional de pesquisa com o GPCoC para adaptação e avaliação de viabilidade do programa Guardiões da Infância (PF).
Acessar jh.edu / Mental Health →Instituição de ensino e pesquisa sediada em Curitiba/PR. Parceira científica nacional na execução do projeto Guardiões da Infância conjuntamente com a Johns Hopkins e o GPCoC.
Acessar utp.br →Parceria de cooperação científica com Leobino Nascimento Sampaio, dr. (UFBA), para execução do projeto sobre IA Generativa e Análise de Malware.
Acessar ufba.br →Unidade de excelência doutrinária, capacitação de recursos humanos e pesquisa científica da Polícia Federal, sede oficial do grupo no DGP/CNPq.
Portal ANP / PF →Conexão com o Centro de Investigação Ratio Legis por meio de Manuel Monteiro Guedes Valente, dr., colaborador estrangeiro certificado no espelho do GPCoC.
Acessar autonoma.pt →Conexão acadêmica com Anthony W. Pereira, PhD (Kimberly Green Latin American and Caribbean Center / FIU; ex-diretor do King's Brazil Institute), colaborador estrangeiro registrado no espelho do grupo no DGP/CNPq (país: Estados Unidos).
Acessar fiu.edu →Centro de Investigação em Justiça e Governação (Escola de Direito da UMinho), onde o líder Stenio Santos Sousa atua como Investigador Integrado Não Doutorado e doutorando em Ciências Jurídicas. Pretensão de cooperação futura em fase de alinhamento com orientadores e ANP/PF.
Acessar Investigadores JusGov →Manifestação formal de responsabilidade solidária e cessão de condições operacionais do GPCoC/ANP para execução do projeto FAPESB com a UFBA.
Pesquisa internacional: PF, Dept. de Saúde Mental da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health e Univ. Tuiuti do Paraná (Guardiões da Infância).
Mapeamento de eixos temáticos em prova digital e inteligência artificial para subsidiar futuras tratativas de convênio formal.
Monitoramento permanente de editais abertos por agências de fomento estaduais, nacionais e internacionais para financiamento de pesquisas, bolsas e infraestrutura forense.
Edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia que contempla a submissão do projeto conjunto UFBA e GPCoC sobre Inteligência Artificial Generativa para Análise de Malware.
Chamada pública anual para financiamento de infraestrutura computacional forense, custeio de trabalho de campo e bolsas de pesquisa científica.
Chamadas da Fundação para a Ciência e a Tecnologia de Portugal, abrangendo cooperação transnacional em cibersegurança e justiça penal.
Seminários internacionais, lançamentos de obras doutrinárias, colóquios acadêmicos e cursos de especialização promovidos ou integrados pelos membros do GPCoC.
Editora Juspodivm, publicado em setembro de 2026 (edição com data de capa 2027). Capítulo 16: "Cibercriminologia e os Desafios do Controle do Crime Cibernético" (p. 317-340), de autoria de Stenio Santos Sousa.
Encontro técnico interdisciplinar reunindo os peritos criminais do GPCoC e pesquisadores da UFBA no âmbito da submissão FAPESB.
ANP Editora. Coletânea científica oficial congregando estudos de delegados e peritos em extração telemática, prova em nuvem e inteligência cibernética.
Convocatórias de prestígio global com eixos temáticos convergentes às pesquisas do GPCoC (Inteligência Artificial, cibercrime, direitos fundamentais, governança de dados e law enforcement), com suporte a participação e submissão remota:
Aplicações, impactos e inovações da IA de próxima geração. Excelente para submissões sobre LLMs na análise de ameaças e automação forense.
Acessar Convocatória →Concorrência, regulação e a arquitetura evolutiva da aplicação da lei na União Europeia (Rede EULEN / Universidade de Varsóvia).
Ver Edital PDF →Universidade de Hasselt (UHasselt). Foco em jovens investigadores em direito e doutorandos que desenvolvem teses sobre justiça, tecnologia e garantias fundamentais.
Página UHasselt →European Central Bank. Debates de fronteira sobre regulação financeira, estabilidade monetária, digitalização e conduta institucional.
Página ECB Conferences →Romanian-American University (RAU). Investigação transfronteiriça, direitos humanos e enfrentamento a redes de criminalidade organizada transnacional.
Acessar CFP RAU →Carnegie Mellon University. Cibersegurança social, desinformação, proteção a populações vulneráveis e governança algorítmica.
Baixar Convocatória CMU (PDF) →Obras jurídicas, manuais técnicos e compêndios doutrinários publicados pelos integrantes e colaboradores do grupo, com links de compra e download gratuito em acesso aberto.
Estudos avançados de cibercriminalidade (365 p.). Organização: Stenio Santos Sousa e Valdemar Latance Neto. Disponível em Acesso Aberto com DOI oficial no Zenodo.
Capítulo: "Legalidade, meios de obtenção de provas digitais e direito à devida investigação criminal no ciberespaço" (p. 140-169).
Curadoria de revistas indexadas e repositórios de ciência aberta recomendados para publicação de pesquisas em direito penal, perícia forense e cibersegurança.
Publicação científica oficial da PF voltada a estudos em inteligência policial, segurança pública e evidências digitais.
Normas de Submissão →Periódico do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna focado em direito penal e ciências policiais.
Acessar no RCAAP →Principal periódico mundial para artigos empíricos sobre computação forense e resposta a incidentes.
Página Elsevier →Principal periódico de dogmática penal e processo penal garantista no Brasil.
Submissões IBCCRIM →Seleção qualificada de revistas indexadas (Scopus / Web of Science) recomendadas pelo JusCrim/UMinho que aceitam submissões em língua inglesa sem cobrança de taxas de processamento de artigos (APC):
Revista de vanguarda dedicada à criminalidade organizada transnacional, rotas de contrabando, lavagem de capitais e economias ilícitas.
Página da Revista →Principal periódico internacional sobre prevenção, detecção e repressão de abuso e violência infantojuvenil física e on-line.
Página da Revista →Revisões sistemáticas de evidências empíricas sobre vitimologia, intervenções comunitárias de proteção e impacto de violências digitais.
Página da Revista →Foco na disseminação de práticas investigativas policiais, perícia aplicada e modernização institucional das agências da lei.
Página da Revista →Periódico oficial da Police Executive Research Forum / ASC. Estudos doutrinários sobre táticas operacionais e governança de segurança.
Página da Revista →Pesquisas empíricas e jurídicas sobre corrupção, fraudes eletrônicas em larga escala, cibercrimes corporativos e conformidade legal.
Página da Revista →Periódicos de alta densidade interdisciplinar catalogados pelo JusGov, com publicação gratuita e foco em vestígios digitais, inteligência artificial e direito europeu:
Vestígios financeiros como prova material em juízo, distinção pericial entre fraude civil/criminal e detecção algorítmica de anomalias.
Página De Gruyter →Regulação de tecnologias emergentes (IA, RGPD, Data Act, Cibersegurança), soberania digital e sandboxes normativas na União Europeia.
Página De Gruyter →Responsabilidade por danos decorrentes da topologia de redes descentralizadas, contágio de ilícitos e governança estrutural de conectividade.
Página De Gruyter →Recomendamos o depósito de relatórios de pesquisa e manuscritos em servidores públicos abertos para conferir data de prioridade intelectual e validação prévia por pares:
Produção dos integrantes do GPCoC durante o vínculo registrado no DGP/CNPq, mais as obras fundacionais do grupo, classificada nas 5 linhas de pesquisa oficiais. Cada registro traz o nível de comprovação: comprovado (DOI, ISBN, registro ou órgão oficial conferido), parcial, declarado (apenas currículo Lattes) ou pendente. A produção anterior ao ingresso aparece como trajetória prévia, fora da contagem do grupo.
O grupo reúne pesquisadores com formação em doutorado, mestrado e especialização, além de colaborador técnico e colaboradores estrangeiros certificados no espelho do CNPq.
Delegado de Polícia Federal. Investigador Integrado Não Doutorado no JusGov / Universidade do Minho. Pesquisador em direito penal informático, investigação criminal cibernética, prova digital, ciências policiais e política criminal cibernética supranacional. Professor da ANP/PF, da ENASEG/Faculdade Brasília e da ENAP (2026).
Delegado de Polícia Federal desde 2008. Coordenador-Geral de Combate a Crimes Cibernéticos da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (CGCIBER/DCIBER/PF). Professor da Academia Nacional de Polícia em crimes cibernéticos, investigação, abuso sexual infantil na internet, inteligência cibernética e cooperação 24/7 de Budapeste.
Diretor do Centro de Investigação Ratio Legis da Universidade Autónoma de Lisboa. Professor e jurista de destaque internacional em Direito Processual Penal, Direitos Fundamentais e Investigação Criminal em Portugal e na União Europeia.
Ex-Diretor do King's Brazil Institute no King's College London e Diretor do Kimberly Green Latin American and Caribbean Center na Florida International University. Especialista internacional em instituições de segurança pública, justiça criminal e Estado de Direito.
Perito Criminal Federal, doutor em Relações Internacionais pela PUC Minas, bacharel e mestre em Ciência da Computação pela UFMG. Atua em segurança computacional, perícia, conflitos e políticas cibernéticas, terrorismo e ameaças QBRN.
Mestre em Direito Político e Econômico, graduado em Direito pela UFPR e especialista em Direito Público. Delegado de Polícia Federal com atuação em cooperação jurídica internacional, recuperação de ativos, lavagem de dinheiro e repressão à corrupção.
Delegada de Polícia Federal, com atuação na Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos. Experiência destacada em cooperação internacional, tratados e foros multilaterais, repressão à corrupção, relações internacionais e segurança da informação.
Perito Criminal Federal com formação em Direito e Sistemas de Informação. Atuação em perícias de informática, inteligência artificial, computação visual e desenvolvimento de soluções para detecção de abuso sexual infantil em mídias digitais.
Perito Criminal Federal, especialista em Segurança da Informação, com atuação em crimes de alta tecnologia. Experiência em testes públicos de segurança da urna eletrônica, Interpol e coordenação de repressão a crimes de alta tecnologia.
Doutor em Ciência da Informação, com produção relacionada à arquitetura da informação, analytics, inteligência da informação e ciência de dados. Registros públicos indicam atuação em inteligência analítica e pesquisa aplicada.
Pesquisador associado à linha de investigação cibernética, OSINT e inteligência de ameaças. Dissertação de mestrado profissional sobre criação de datasets de cibersegurança com apoio de LLM para reconhecimento de entidades em inteligência de ameaças.
Perito Criminal Federal. Doutor em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília (UnB, 2024), mestre em Engenharia Elétrica (UFRN). Especialista em Processamento de Linguagem Natural (PLN), Modelos de Linguagem de Grande Porte (LLMs), ontologias forenses e extração automatizada de inteligência em investigações complexas e repressão à lavagem de capitais.
Integrante do grupo na categoria "Técnicos" do espelho DGP/CNPq, com formação acadêmica em nível de mestrado.
Ao longo de seu primeiro decênio, o GPCoC contou com a valorosa colaboração de 20 pesquisadores que coordenaram projetos tecnológicos estratégicos, publicaram obras pioneiras e ministraram capacitações na Academia Nacional de Polícia.
Desenvolvimento tecnológico concebido no âmbito do GPCoC para o processamento, indexação e correlação analítica de acervos massivos de material de exploração sexual infantojuvenil (CSAM) na internet, viabilizando operações ágeis de resgate de vítimas.
Modelo de integração federada entre a Polícia Federal e a FEBRABAN para cruzamento ágil de dados de fraudes no sistema financeiro nacional, internet banking e Pix, rastreando organizações criminosas de desvio patrimonial.
Pesquisas preliminares sobre criminalidade informática e metodologia de investigação cibernética no ciclo de fundação do GPCoC.
Autora das consagradas obras Direito Probatório e Crimes Cibernéticos (Juspodivm, 2022) e A Proteção de Dados e a Investigação Criminal (Juspodivm, 2021).
Coordenadora fundadora do Projeto RAPINA para tratamento analítico de CSAM; coautora das apostilas curriculares e manuais de investigação da ANP.
Membro do núcleo fundador, com atuação nas pesquisas sobre organizações criminosas cibernéticas e cooperação operacional.
Pesquisas preliminares sobre persecução penal e cooperação policial em fraudes cibernéticas.
Pesquisador da linha de perícia forense em alta tecnologia, segurança em sistemas operacionais e cadeia de custódia digital.
Coautor da apostila curricular da ANP e participante central da estruturação técnica do Projeto Tentáculos contra fraudes bancárias.
Instrutor e docente responsável pelas edições XIII a XVII do Curso do Sistema Rapina na Academia Nacional de Polícia (2024–2025).
Membro fundador com 8 anos de vínculo; autor de capítulos doutrinários e pesquisas sobre técnicas de inteligência e fontes abertas.
Atuação nas pesquisas sobre cooperação jurídica internacional, tratados multilaterais e repressão a mercados ilícitos digitais.
Estudos voltados ao comportamento de grupos criminosos em fóruns da Deep Web e canais criptografados de mensageria.
Pesquisas na área de inteligência de ameaças cibernéticas (CTI), interceptação telemática e novas tecnologias investigativas.
Coautor da primeira edição da apostila curricular da ANP sobre metodologia de combate aos crimes cibernéticos.
Atuação em pesquisas de arquiteturas forenses em nuvem, análise de tráfego de redes e extração de evidências telemáticas.
Integrante pioneira do Projeto RAPINA com Cassiana Saad de Carvalho; coautora dos manuais didáticos de enfrentamento a CSAM na ANP.
Pesquisador de ciclo longo com contribuição na modelagem de procedimentos periciais em incidentes computacionais e conformidade com cadeia de custódia.
Estudos e artigos sobre direitos fundamentais, privacidade digital e proteção de vítimas infantojuvenis em ambientes telemáticos.
Pesquisador de ciclo longo; autor de estudos sobre organizações criminosas cibernéticas, criptoativos e técnicas especiais de investigação.
Líder policial com projeção internacional na cooperação policial multilateral e articulação contra o crime cibernético transnacional.
Atuação contínua em arquitetura da informação forense e análise de grafos, tendo cumprido período formal de egresso e retornado como membro permanente.
Estudantes vinculados ao grupo ao longo do decênio, com o período de participação registrado no espelho do DGP/CNPq.
Grafo das coautorias nas produções do grupo. Toque em uma pessoa para destacar suas conexões.
LiderançaIntegrante atualPesquisador egressoEstudante egresso
Universidades, programas de pós-graduação e centros internacionais interessados em firmar parcerias, workshops ou pesquisas conjuntas podem contatar a liderança do grupo: